
Cirurgia Oncoplástica
Realização da Cirurgia Oncológica tradicional integrada ás técnicas de cirurgia plástica mamária obtendo resultados estéticos satisfatórios e propiciando melhora da auto imagem e qualidade de vida da paciente.

Realização da Cirurgia Oncológica tradicional integrada ás técnicas de cirurgia plástica mamária obtendo resultados estéticos satisfatórios e propiciando melhora da auto imagem e qualidade de vida da paciente.

Dor mamária (mastalgia) é a queixa mais frequente das mulheres no consultório dos ginecologistas e também dos mastologistas (médico especializado nas doenças da mama). Estima-se que 70% das mulheres apresentam em algum momento da sua vida dor mamária.

A falta de informação e o medo da doença ainda prejudicam muito o diagnóstico precoce do câncer de mama, atrasando o tratamento e consequentemente piorando o prognóstico das pacientes, uma vez que, quando menor o tamanho do tumor, maiores serão as chances de cura e mais fácil será o tratamento.

Foi instituído que cada mês é associado a algum tratamento ou atitude preventiva com relação a determinada doença, além de também conscientizar sobre outros assuntos relevantes.

Esta sub-especialidade da ginecologia é destinada a atender meninas e adolescentes. As principais queixas variam bastante dependendo da idade.Até os 2 anos a principal queixa é a sinéquia dos pequenos lábios (aderência) que pode ser observada ao nascimento ou, posteriormente, pela mãe.

Tratamento que busca repor os hormônios estrogênio e progesterona que, com a chegada da menopausa, tem a sua produção interrompida, a reposição hormonal é indicada, preferencialmente, para mulheres que, ao realizarem as suas consultas periódicas com o ginecologista, percebam a proximidade da menopausa e iniciem a reposição antes do quadro se instalar permanentemente.

Assim como outras partes do corpo, a região vaginal também sofre desgastes naturais por conta da idade, ganho de peso, gravidez, alterações hormonais e até,

O câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres em todo o mundo. No Brasil, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), em 2021, estima-se 66.700 novos casos, e uma mortalidade de aproximadamente 18.500 mulheres.