
Mitos sobre o câncer de mama
Atualmente o que mais existe são informações não verdadeiras, as tais fakes news, que circulam pela internet, mídias sociais ou aplicativos de mensagens.

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A falta de informação e o medo da doença ainda prejudicam muito o diagnóstico precoce do câncer de mama, atrasando o tratamento e consequentemente piorando o prognóstico das pacientes, uma vez que, quando menor o tamanho do tumor, maiores serão as chances de cura e mais fácil será o tratamento.

A pandemia do coronavírus (Sars-CoV-2) está perturbando o mundo. Por ser um agente infeccioso desconhecido, ainda não há vacina para evitá-lo ou medicamentos comprovados para diminuir seus efeitos. Atualmente, a única medida eficaz para prevenir a infecção é o isolamento social. Alguns dados começam a mostrar que essa situação terá um impacto negativo no tratamento do câncer, e até poderá aumentar as mortes, devido a vários tipos de tumores.

Principal exame da mama associado a redução da mortalidade em torno de 30-40%, devendo ser realizado anualmente a partir dos 40 anos, acima de 30 anos se alto risco (e 10 anos antes da idade de diagnóstico do parente de primeiro grau).

Tratamento que busca repor os hormônios estrogênio e progesterona que, com a chegada da menopausa, tem a sua produção interrompida, a reposição hormonal é indicada, preferencialmente, para mulheres que, ao realizarem as suas consultas periódicas com o ginecologista, percebam a proximidade da menopausa e iniciem a reposição antes do quadro se instalar permanentemente.

Confundir climatério com menopausa é algo que acontece constantemente, já que ambas as situações se referem a um momento de vida da mulher, porém, cada uma representa um período distinto.

Dor mamária (mastalgia) é a queixa mais frequente das mulheres no consultório dos ginecologistas e também dos mastologistas (médico especializado nas doenças da mama). Estima-se que 70% das mulheres apresentam em algum momento da sua vida dor mamária.

Esta sub-especialidade da ginecologia é destinada a atender meninas e adolescentes. As principais queixas variam bastante dependendo da idade.Até os 2 anos a principal queixa é a sinéquia dos pequenos lábios (aderência) que pode ser observada ao nascimento ou, posteriormente, pela mãe.